E foi assim…

Depois de muito calor, um fim de tarde bem passado, fresquinho, junto ao rio.

Boa comida…

piquenique

Um óptimo treino!

Treino

Sob o olhar sempre atento do Mestre…

MestreObrigada a todos os presentes! Ficamos todos com vontade de repetir.

Um obrigada especial à Maria pela organização e ao Rui pelas fotos!

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Convívio e Treino – 27 de Junho, a partir das 17h30

cai a tarde - Gena LopesFoto de Gena Lopes

A Associação Caminho Natural irá organizar um lanche convívio, no dia 27 de Junho, a partir das 17h30, na zona norte do Parque das Nações. Iremos também praticar ao entardecer.

Será oferecido um piquenique a todos os associados e familiares, mas qualquer pessoa poderá juntar-se a nós (apenas sugerimos que tragam algo – comida ou bebida – para partilhar).

Contamos com a presença do Mestre.

Mais informações: info@caminho-natural.org

 

 

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Seminário anual de Tai Chi e Chi Kung, Montemor-o-Novo, 2015

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Este ano voltamos a Montemor-o-Novo, nos dias 16 e 17 de Maio. Para além das sessões de prática de Chi Kung, o Mestre irá ensinar a Xuan Tai Chi, uma forma de Punhos de sua autoria.

Este seminário destina-se tanto a praticantes de Tai Chi e Chi Kung como a participantes sem experiência nestas artes internas. A organização das aprendizagens do seminário é flexível e adapta-se todos os anos às características de cada grupo de participantes inscritos.

As inscrições terminam no dia 10 de Maio. Para receber a ficha de inscrição basta enviar um mail para info@caminho-natural.org

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O Aniversário do Mestre, por António Serra

O tempo “voa” e nós quase que não damos por isso. Se calhar, nem o próprio Mestre, quando chegou a Portugal pensaria que as artes marciais (e não só) chinesas que foi transmitindo viessem a ter tantos seguidores.

O dia de sábado marcou mais um aniversário do Mestre Xuan Wu e uma festa onde estiveram reunidos várias dezenas de participantes – alunos. Houve reencontros, conversas adiadas que foram aproveitadas nesse dia, trocas de experiências e sobretudo um espírito de união entre todos… por “culpa” do Mestre.

No que pude reparar o também o aniversariante fez refletir a alegria interior que se expressou na forma exterior. Brincámos, rimos, conversámos num ambiente saudável e de uma forma despretensiosa… como convinha que fosse.

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O associativismo está na génese do ser humano desde os primórdios da sua existência. Aprender e ensinar constituem-se desafios, presumivelmente, desde que o Homem se conhece.

A expressão associativismo designa, por um lado a prática social da criação e gestão das associações (organizações providas de autonomia e de órgãos de gestão democrática: assembleia geral, direção, conselho) e, por outro lado, a apologia ou defesa dessa prática de associação, enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas (os sócios) para a obtenção de finalidades comuns.

O associativismo, enquanto forma de organização social, caracteriza-se pelo seu caráter, normalmente, de voluntariado, por reunião de dois ou mais indivíduos usado como instrumento da satisfação das necessidades individuais humanas (nas suas mais diversas manifestações).

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 10 de Dezembro de 1948 estipula na alínea 1 do Artigo 20 que “Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.”.

A Associação Caminho Natural é apenas o veículo de transmissão desta vontade:

“Após quase 20 anos a ensinar em Portugal, o Mestre Xuan Wu entendeu ser o momento de criar uma nova associação vocacionada para as artes internas. A Associação Caminho Natural surgiu assim de uma sugestão do Mestre Xuan Wu para a criação de uma associação de Tai Chi e Chi Kung exclusivamente direcionada para a saúde dos participantes.”

 

 

Por tudo isto dizemos (uma vez mais): “Obrigado Mestre Xuan Wu! Que o seu aniversário se repita por muitos e longos anos”.

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Feliz ano novo!

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Testemunho Pessoal II – António

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Tai Chi

“O caminho”

Entendo a aprendizagem do Tai Chi como um caminho; um caminho cheio de avanços, solavancos e por vezes mesmo recuos (como tudo). O que é realmente extraordinário é que no Tai Chi o progresso depende do nosso olhar para dentro, para o interior, o eu. E quando o conhecimento adquirido por via desse olhar é transportado para o quotidiano, tudo começa a fazer mais sentido. Deixamos de lutar contra nós, aceitamo-nos.

“Olhar para o eu”

O “olhar para dentro” não é uma simples metáfora. Ao evoluir no caminho do Tai Chi, senti que só o fazia por começar atingir uma quietude, resultado de um fluir interno. É senso comum que os estímulos externos negativos provocam tensão interna. Essa tensão manifesta-se imediatamente no nosso Tai Chi. É através da prática repetida que voltamos e recuperamos o fluir. E esse fluir é realmente tão bonito. E a transformação provocada por ele é importante na medida em que a prática passa a fazer parte de nós.

“O Mestre”

Sigo os ensinamentos do Mestre Xuan Wu. Gosto de humildemente pensar que sou seu discípulo. Como tal, pratico o Tai Chi do Mestre. Com o tempo, deixamos simplesmente de imitar o Mestre; desenvolvemos o “nosso Tai Chi”. Não nos enganemos: os movimentos estão lá, são os mesmos, mas ao serem interiorizados e interpretados internamente, a sua manifestação externa através do movimento do nosso corpo passa a ser nossa – única. Se por um lado somos todos parte de um todo, por outro, somos todos únicos. Como tal, o nosso Tai Chi torna-se único, nunca deixando de seguir a linha orientadora do Mestre.

“Os outros”

O nosso caminho confunde-se com o dos outros. Todos somos parte da mesma energia. Como tal, apesar de sermos únicos, ao seguirmos o fluir natural das coisas, facilmente encontramos paz junto dos outros. No Tai Chi não interessa o ser melhor ou pior que o próximo. Se não somos iguais, essa comparação não é importante.

A aprendizagem do Tai Chi é um caminho cuja existência do final não faz sentido. É o grande paradoxo. Caminhamos sem o objectivo de chegar a qualquer lado. Vamos caminhando tornando a harmonia do interno com o externo mais completa. Não temos que forçar um rumo porque esse é traçado naturalmente; já está dentro de nós. Temos tão simplesmente que seguir o fluir da nossa energia. Assim encontramos paz e harmonia.

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Karuna, Monchique, 2014

O Mestre Wu Xuan esteve mais uma vez presente em Karuna, em Monchique, no seminário anual (que já vai na sua décima primeira edição!), para mais um fim de semana intensivo de Tai Chi. Desta vez, os alunos tiveram a oportunidade de aprender a Forma de Sabre, e obviamente, a possibilidade de conviver entre si e com o Mestre! Um agradecimento ao Paulo Côrte-Real pela foto, e aos alunos presentes pelo esforço – que não foi pouco! Mas se não fosse difícil, não lhe chamavam Kungfu…!

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